Mexericos Públicos e Privados

A Corte nos Trópicos

Posted on: 03/10/2008

Durante meses li, reli, pesquisei, entrevistei vários historiadores, pesquisadores e estudiosos para um programa sobre o Rio de Janeiro, e as transformações pelas quais a cidade passou depois da chegada da família real portuguesa, em 1808. Ele ficou pronto! A “Corte nos Trópicos” vai ao ar na segunda-feira, 6, às 21h, no Canal 16 da Net. Haverá reprises durante a semana, na terça-feira, 7, às 17h, sábado, 11, às 11h30m e às 23h.

Obs.: Agora dá para assistir na internet pelo site da TV PUC  – http://okm.me/2CTe . É clicar no ícone Pilotis (acima) e pesquisar “A Côrte nos trópicos” (quando vi estava na teceira página). =D

Assistam e depois me falem…

Chegada da Familia Real - Óleo sobre tela, 1999

Chegada da Família Real - Óleo sobre tela, 1999

Sinopse:

Pela primeira vez na história, um rei europeu pisou em uma colônia. E não foi apenas o Rei. Em 1808, a côrte portuguesa desembarcou no Brasil, depois de 54 dias de viagem, e transferiu a capital do Império para o Rio de Janeiro. O Pilotis desta semana mostra o grande choque cultural pelo qual a colônia passou com a chegada dos portugueses. Revela ainda como era o Rio de Janeiro antes desde momento histórico. As diferenças da cidade encontrada por Estácio de Sá, em 1564, e as mudanças corridas no século XIX. Apesar de não ser uma cidade tão diferente das européias, principalmente em relação ao saneamento precário, o Rio mudou muito com a presença da côrte. Entre as obras realizadas, houve a reforma do Paço Imperial, a criação da Biblioteca Nacional e do Jardim Botânico, chamado na época de Horto Real. O programa também apresenta contradições históricas, como o número de pessoas que desembarcaram na cidade junto com os nobres. Alguns livros contam que foram entre dez e quinze mil portugueses. Mas a análise de relatos de viajantes e documentos da época faz com que alguns estudiosos calculem a vinda de cerca de quatro mil pessoas e outros de apenas 420 pessoas. A arte se mistura com a história quando a narrativa fala de artistas como Jean-Baptiste Debret e Grandjean de Montigny, que ajudaram na construção deste novo Brasil.

Yasmin Pamplona


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